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Indústrias podem ser obrigadas a divulgar a quantidade de sal e açúcar nos produtos

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Projeto de Lei do deputado Paulo Araújo quer que informações sejam contidas nos rótulos dos produtos produzidos e comercializados em Mato Grosso.

NAJYLLA NUNES / Gabinete do deputado Paulo Araújo

O deputado estadual Paulo Araújo (PP), apresentou Projeto de Lei, na sessão vespertina da última terça-feira (23), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que torna obrigatório às indústrias de alimentos, refrigerantes e sucos que produzem, e comercializam produtos em Mato Grosso a informar, nos respectivos rótulos, a quantidade de sal e açúcar contida nos produtos.

Para o parlamentar, na maioria das vezes, as pessoas desconhecem o valor nutricional dos alimentos e o aparecimento precoce de doenças, como a hipertensão estão diretamente relacionadas com o hábito alimentar. “Doenças que antigamente eram consideradas de adultos, estão cada vez mais está atingindo toda a população, independentemente da idade do indivíduo. O índice de obesidade em crianças e adulto está crescendo em todo mundo, por isso avalio a relevância desse projeto”, esclareceu Paulo Araújo.

No texto é destacado que o quantitativo de sal e açúcar presente nos alimentos deve ser informado no rótulo tendo como unidade medidas caseiras, estabelecendo o mínimo de 20% da área total da etiqueta. A informação deve ser apresentada de forma didática e ostensivamente destacada, utilizando-se de imagens que ilustrem o sentido da mensagem.

Caso o projeto seja provado, a norma deverá ser seguida pela indústria de refrigerantes, de sucos industrializados, de biscoitos doces e de salgados, de salgadinhos, de bolos prontos e mistura para bolos e de chocolates. As indústrias terão um prazo de 180 dias para adequação dos rótulos.

Na justificativa, Paulo Araújo, assegura que apresentar no rótulo informações sobre a quantidade de açúcar e de sal contidos nos alimentos industrializados, em unidade de medida que as pessoas possam entender e comparar permitirá melhor escolha sobre a qualidade dos alimentos adquiridos.

“É imperativo que os rótulos não apresentem apenas informações técnicas, mas também de forma clara e objetiva saber o que estou consumindo e consequentemente cuidando da saúde”, concluiu o deputado.

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