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Projeto de lei quer combater violência em escolas de MT

Projeto de lei quer combater violência em escolas de MT
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De autoria do deputado Dr. Gimenez, o PL institui políticas de prevenção e combate à violência em escolas públicas e particulares do estado.

ARI MIRANDA / Gabinete do deputado Dr. Gimenez

Visando a prevenção e consequente redução nos índices de casos de violência nas escolas, o deputado estadual Dr. Gimenez (PV) apresentou na sessão ordinária desta quarta (24) um projeto de lei (PL) que institui a criação de políticas públicas voltadas para a prevenção e combate à violência nas escolas públicas e particulares de Mato Grosso.

De acordo com o parlamentar, o projeto visa estimular debates sobre a origem da violência nas escolas, campanhas e atividades sobre o tema visando uma conscientização sobre a gravidade do problema, estimulando uma reflexão sobre a violência dentro e fora das escolas, seja contra alunos, professores e/ou funcionários.

“Vimos recentemente o massacre na escola de Suzano (SP), notícias de jovens ameaçando realizar atentados semelhantes aqui no nosso estado, casos de funcionários agredindo alunos nas unidades de ensino, enfim.  Precisamos de políticas públicas para prevenir e combater esse mal na raiz, conscientizando os jovens, os pais de alunos, professores e funcionários das escolas sobre a gravidade do tema, com debates, palestras e campanhas. Escola foi feita pra estudar, adquirir cultura, fazer amigos, formar cidadãos, chefes de família e profissionais, não pra ser campo de batalha”, exclamou o parlamentar.

O deputado destacou ainda que, além do cunho educativo e conscientizacional,  o projeto de lei tem também um enfoque punitivo nos casos de violência nas escolas. “Precisamos também de medidas enérgicas para coibir e repreender os atos de violência no ambiente escolar. Educação e violência são palavras que não podem e nem devem caminhar juntas, jamais. A violência, além de prejudicar efetivamente o processo educacional, desestimula as relações interpessoais e, consequentemente, torna a escola um local desagradável para toda a comunidade escolar”, concluiu.

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